Olimpo: A Queda dos Gigantes


Tamanho (cm): 100x55
Preço:
Preço de venda9,258.00 SEK

Descrição

"Olimpo: A queda dos Gigantes" é um majestoso pintura ao fresco realizado por Francisco Bayeu e Subías entre 1764 e 1765. Esta obra foi encomendada como parte do programa decorativo do Casón do Buen Retiro, em Madri, que fazia parte do antigo Palácio do Buen Retiro e hoje pertence ao Museu do Prado. Com dimensões aproximadas de 450 × 600 cm, o fresco cobre o teto da sala e representa uma interpretação neoclássica do mito da Gigantomaquia, inspirada tanto em modelos clássicos quanto na estética acadêmica do século XVIII. Bayeu, cunhado e mentor de Goya, foi um dos principais pintores da corte de Carlos III e esta obra reflete a influência de sua formação na Itália e seu domínio do grande formato.

Uma das manifestações mais espetaculares da arte mural na Espanha iluminista encontra-se neste fresco que dramatiza com grande teatralidade o momento em que os deuses do Olimpo derrotam os gigantes, símbolos do caos e da desobediência cósmica. O centro da composição é dominado por um resplendor celestial do qual emerge a figura de Júpiter (Zeus), lançando seu raio contra os rebeldes. Ao seu redor se agrupam outras divindades em uma dança aérea de gestos enfáticos e elegantes, enquanto os gigantes, representados como figuras musculosas e caídas, se precipitam das nuvens em direção à escuridão.

A técnica do escorço (foreshortening) está magistralmente aplicada: as figuras parecem sobressair do teto e envolver o espectador em um turbilhão celestial. As cores empregadas são sóbrias, mas eficazes, com toques de azul celeste, dourados e rosados que conferem leveza à cena divina, enquanto os tons terrosos marcam o mundo dos vencidos. A composição em espiral e a disposição circular dos personagens criam um ritmo envolvente que remete às grandes decorações do barroco italiano, mas com a clareza compositiva própria do neoclassicismo.

Esta pintura é uma alegoria do triunfo da ordem racional sobre as forças descontroladas, muito em linha com os ideais da Ilustração. Mais além de sua beleza técnica, o fresco de Bayeu é também uma declaração de princípios do poder real e divino como garantidores do equilíbrio universal.

No catálogo de KUADROS, esta obra representa o virtuosismo do muralismo espanhol do século XVIII, assim como a ambição de uma arte capaz de transformar o espaço arquitetônico em uma janela para o eterno. Ter uma reprodução desta pintura não é apenas possuir uma imagem mitológica, mas abrir um portal visual para o Olimpo mesmo, onde o drama, a luz e o mito se entrelaçam para narrar uma epopeia que continua fascinando séculos depois.

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